MOTÖRHEAD: CINCO DISCOS PARA CONHECER O SOM DA BANDA

Fundado em 1975, em Londres, por Ian “Lemmy” Kilmister, o Motörhead tornou-se uma das mais importantes e influentes bandas de heavy metal, precursora do movimento que ficou conhecido como “New Wave of British Heavy Metal”, iniciado em 1980, quando já tinham três discos gravados, e inspiradora de subgêneros como o Speed Metal e o Trash Metal, fazendo de Lemmy uma das maiores lendas do rock pesado.


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Baixista da banda Motorhead, Lemmy Kilmister toca seu instrumento com os cabelos ao vento

Nascido em Stoke-on-Trent, no dia 24 de dezembro de 1945, Lemmy Kilmister começou no rock no fim da década de 1960, atuando como roadie de Jimi Hendrix em Londres e, depois, tocando baixo na banda Hawkwind, entre 1971 e 1975. Ele resolveu formar sua própria banda quando foi expulso do Hawkwind, depois que foi preso com cocaína na fronteira entre Canadá e Estados Unidos. Na ocasião, Lemmy ficou preso cinco dias, atrapalhando a excursão da banda no Canadá. O nome Motörhead ele tirou de uma música que compôs para o último disco que gravou com o Hawkwind e o termo era usado nos Estados Unidos em referência aos viciados em anfetaminas.

A formação original do Motörhead contava com Larry Walace na guitarra e Lucas Fox na bateria, mas, ainda em 1975, ele dispensou os dois e recrutou Phil “Animal” Taylor para a bateria e “Fast” Eddie Clarke para ocupar o posto de guitarrista. Essa segunda formação é considerada a formação clássica da banda, responsável pela gravação dos cinco primeiros discos. Clarke deixou o grupo em 1982, sendo substituído por Brian “Robbo” Robertson, ex-Thin Lizzy. Em 1984, Lemmy apareceu com uma nova formação, com Pete Gill na bateria e dois guitarristas, Phil Campbell e Michael “Würzel” Burston. Phil Taylor reassumiu a bateria entre 1987 e 1992. Depois disso, a banda seguiu como um trio, com Campbell e o baterista Mikkey Dee, ex-King Diamond, até a morte de Lemmy, em 2015, quando o Motörhead chegou ao fim. A importância da banda fica clara com os discos apresentados abaixo:

A lei morre onde o Motörhead estiver.

Lemmy Kilmister

1 – Overkill (1979)

Segundo disco e primeiro grande sucesso do grupo. O disco levou a banda de Lemmy pela primeira vez à TV britânica, no programa “Top of the Pops”, da BBC, e alcançou o vigésimo-quarto lugar nas paradas britânicas. O álbum mostra uma nítida evolução com relação ao trabalho de estreia (Motörhead, 1977), com músicas mais curtas, que fizeram bastante sucesso entre os punks britânicos. Entre os clássicos presentes no disco, a faixa de abertura “Overkill”, com os dois bumbos de “Animal” Taylor, “Stay Clean”, “Capricorn”, “No Class” e “Metropolis”.

Escute o disco aqui



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2 – Bomber (1979)

Lançado poucos meses depois do anterior, o disco fez ainda mais sucesso (12º lugar na parada britânica). Musicalmente é um pouco inferior ao seu precedente, mas traz um Lemmy mais ácido nas composições. O disco foi produzido por Jimmy Miller, produtor dos discos dos Rolling Stones entre 1968 e 1973.  Destaques para “Dead Men, Tell No Tales”, que abre o disco, o blues “Step Down”, cantado por Eddie Clarke, “Stone Dead Forever” e a faixa título, um dos grandes clássicos do grupo.

Ouça o disco aqui


3 – Ace of Spades (1980)

O quarto álbum da banda é considerado o melhor do Motörhead e um dos melhores da história do metal. O disco alcançou o quarto lugar na parada britânica e tornou-se o preferido da maioria dos fãs. O produtor Vic “Chairman” Maile, que tinha trabalhado com Jimi Hendrix, Led Zeppelin e The Who, soube aproveitar o potencial da banda, que melhorou muito o seu som depois disso. Difícil destacar alguma música em particular, mas “The Chase is Better Than the Catch”, “(We Are) the Road Crew”, “Love Me Like a Reptile” e “Ace of Spades”, talvez o maior clássico do grupo, podem ser citadas sem erro.

Escute o disco aqui


Veja algumas fotos da banda


4 – Another Perfect Day (1983)

Único álbum da banda com o guitarrista Brian Robertson, que não se entrosou muito com os demais integrantes e foi muito criticado pelos fãs por suas roupas coloridas e brilhantes. Ele era tecnicamente muito diferente de Clarke e deu ótimas contribuições no disco. O álbum alcançou a vigésima posição na parada britânica e a posição de número 153 nos Estados Unidos. Criticado por muitos na época, o disco foi redescoberto nos anos seguintes, pois traz ótimas canções, como “Shine”, “Die You Bastard”, “Dancing on You Grave”, “Another Perfect Day” e “Rock It”.

Escute o disco aqui


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5 – Orgasmatron (1986)

Primeiro álbum da banda com dois guitarristas, Phil Campbell e Michael Wurzel, e o único com o baterista Pete Gill, ex-Saxon. Assim como o anterior, o disco teve um sucesso comercial limitado. Os críticos especializados elogiaram as músicas, mas criticaram a produção, que tirou o peso da banda em alguns momentos. Apesar dos problemas de produção, o disco traz vários clássicos, como “Deaf Forever”, “Mean Machine”, “Buit For Speed”, “Doctor Rock” e “Orgasmatron”, que também se tornou clássica na regravação do Sepultura.

Escute o disco aqui


LED ZEPPELIN: CINCO DISCOS PARA CONHECER A BANDA

Fundada, em 1968, pelo vocalista Robert Plant, o guitarrista Jimmy Page, o baixista e tecladista John Paul Jones, e o baterista John Bonham, o Led Zeppelin é considerado um dos três grupos (com o Black Sabbath e o Deep Purple) responsável pelo surgimento e consolidação do gênero heavy metal, e, também, é considerada uma das melhores bandas de rock de todos os tempos.

CINCO ÁLBUNS ESPETACULARES DO RUSH

O ano de 2020 começou com a péssima notícia da morte do baterista Neil Peart, lenda das baquetas. Em sua homenagem resolvi fazer esta lista. Fundada em 1968, na cidade canadense de Toronto, o Rush tornou-se uma das bandas mais adoradas pelo público e uma das mais respeitadas pelos músicos em geral.


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#12 | Maconha medicinal com Gilberto Castro PotCast – Podcast da Maconharia420

Dessa vez conversei com o Gilberto Castro (@gilberto_castro420), que é paciente de #maconha #medicinal para o tratamento de #esclerose #múltipla. Gilberto foi diagnosticado em 1999 e lhe foi dado mais 6 anos de vida útil. Não se conformando, começou a estudar os usos da maconha no tratamento da esclerose múltipla. A doença evoluiu ao ponto de deixar Gilberto na cadeira de rodas e sem conseguir falar direito. Segundo próprio relato, a maconha lhe devolveu a vida. Hoje, graças à #erva, Gilberto voltou a andar e sua #cognição voltou ao normal. Graças à um #habeas #corpus preventivo, Gilberto pode cultivar seu remédio em casa e usá-lo onde necessário. #cannabismedicinal #medicinal #mmj  — Support this podcast: https://anchor.fm/potcast-maconharia420/support
  1. #12 | Maconha medicinal com Gilberto Castro
  2. #11 | Aspectos legais da Maconha. História e legalização com Rômulo Alves (CBD Express)
  3. #10 | A Democracia Corinthiana

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