DEEP PURPLE – CINCO DISCOS PARA CONHECER A BANDA


Uma das maiores bandas da história do rock, com mais de 100 milhões de discos vendidos, o Deep Purple foi fundado em 1968, na cidade de Hertford, na Inglaterra, pelo tecladista John Lord, o guitarrista Ritchie Blackmore, o baterista Ian Paice, o vocalista Rod Evans e o baixista Nick Simper. Com essa formação, o Deep Purple gravou seus três primeiros álbuns: “Shades of Deep Purple”, “Concerto for Group and Orchestra” e “Deep Purple”. Em 1969, Evans e Simper foram substituídos por Ian Gillan e Roger Glover, mudam o som psicodélico para um som mais pesado e gravam uma série de discos clássicos, que os levam ao estrelato. Gillan e Glover deixam o Deep Purple em 1973 e são substituídos pelo vocalista David Coverdale, que era balconista de loja, e o baixista Glenn Hughes, ex-Trapeze, e a banda continua no topo. Blackmore sai em 1975, para fundar o Rainbow, sendo substituído por Tommy Bolin, ex-James Gang, e a banda encerra suas atividades em 1976, retornando apenas em 1984, com a sua segunda formação, com Gillan e Glover. Blackmore deixou o grupo em 1994, mas a banda se mantém ativa até hoje, com Steve Morse na guitarra (depois de uma breve passagem de Joe Satriani em 1994). O nome da banda é o mesmo da música preferida da avó de Blackmore.



1 – Deep Purple in Rock (1970)

Quarto disco do Deep Purple, que marca a estreia de Ian Gillan e Roger Glover. A banda assume o rock pesado, tornando-se um ponto de referência do estilo. Nesse disco, Blackmore assume a direção criativa do grupo, antes mais centrada no tecladista John Lord. Foi o primeiro sucesso comercial do Deep Purple na Europa (4º lugar na parada britânica), muito elogiado pela crítica e rendeu uma turnê de quinze meses. Destaques: a veloz “Speed King”, a obra-prima “Child in Time”, e “Flight of the Rat”.

Ouça o disco aqui


2 – Fireball (1971)

O quinto disco não agradou os membros do Deep Purple, que tiveram pouco tempo para fazê-lo e aguentaram muita pressão da gravadora, mas tornou-se um dos preferidos dos fãs e fez um grande sucesso, chegando ao primeiro lugar em vendas em diversos países, inclusive no Reino Unido. O som continua pesado, mantendo a linha do anterior e destacam-se as músicas “Fireball”, “No No No”, “The Mule”, com famoso solo de bateria de Paice, e “Fools”.

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JUDAS PRIEST: CINCO DISCOS PARA COMEÇAR A CONHECER A BANDA

Uma das mais importantes bandas da história do metal, o Judas Priest também é uma das bandas mais influentes do estilo, pelo uso de duas guitarras, os vocais de Halford e o uso das vestimentas de couro.

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CINCO ÁLBUNS ESPETACULARES DO RUSH

O ano de 2020 começou com a péssima notícia da morte do baterista Neil Peart, lenda das baquetas. Em sua homenagem resolvi fazer esta lista. Fundada em 1968, na cidade canadense de Toronto, o Rush tornou-se uma das bandas mais adoradas pelo público e uma das mais respeitadas pelos músicos em geral.


Veja algumas fotos da banda


3 – Machine Head (1972)

Sexto álbum do Deep Purple, gravado em um hotel suíço, com o estúdio móvel dos Rolling Stones. Sempre citado como um dos mais influentes discos no desenvolvimento do metal e o mais bem sucedido comercialmente da banda, alcançando o topo das paradas britânicas e de diversos países, além da sétima posição nos Estados Unidos, naquele ano. Uma coleção de clássicos, com “Highway Star”, “Never Before”, “Smoke on the Walter”, a música mais famosa da banda, a incrível “Lazy”, com Gillan tocando harmônica, e “Space Truclin”. O disco foi gravado com todos tocando juntos, sem retoques posteriores. Fundamental.

Ouça o disco aqui


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4 – Burn (1974)

Gravado no mesmo local e da mesma forma do Machine Head, o disco conta com a estreia de David Coverdale e Glenn Hughs, que agregam elementos novos ao som do Deep Purple, como o soul e até o funk, sem perderem o peso. Coverdale e Hughs criam uma dupla vocal que está entre as melhores da história do rock. O disco manteve a banda do auge, alcançando a terceira posição em vendas no reino Unido e o nono lugar nos Estados Unidos. Entre os destaques, “Burn”, um dos maiores clássicos do rock, “Might Just Take Your Life”, “Lay Down, Stay Down”, “You Fool No One” e a linda balada “Mistreated”.

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CINCO ÁLBUNS ESPETACULARES DO RUSH

O ano de 2020 começou com a péssima notícia da morte do baterista Neil Peart, lenda das baquetas. Em sua homenagem resolvi fazer esta lista. Fundada em 1968, na cidade canadense de Toronto, o Rush tornou-se uma das bandas mais adoradas pelo público e uma das mais respeitadas pelos músicos em geral.


5 – Come Taste The Band” (1975)

Estreia do guitarrista Tommy Bolin, que, apesar da ingrata missão de substituir Blackmore, se sai bem, participando da composição de sete das nove músicas do álbum. Apesar de não estar no mesmo nível dos discos citados acima, é um ótimo disco, menos pesado e mais comercial, fechando a primeira parte da história do Deep Purple, que só retornaria em 1984. Destaques para as músicas “Comin Home”, a “funkeada” “Gettin Tighter”, “Drifter”, a linda balada “This Time Around”, cantada por Hughs, e “Keep on Moving”.

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Conheça o POTCAST – O Podcast da MACONHARIA420

#12 | Maconha medicinal com Gilberto Castro PotCast – Podcast da Maconharia420

Dessa vez conversei com o Gilberto Castro (@gilberto_castro420), que é paciente de #maconha #medicinal para o tratamento de #esclerose #múltipla. Gilberto foi diagnosticado em 1999 e lhe foi dado mais 6 anos de vida útil. Não se conformando, começou a estudar os usos da maconha no tratamento da esclerose múltipla. A doença evoluiu ao ponto de deixar Gilberto na cadeira de rodas e sem conseguir falar direito. Segundo próprio relato, a maconha lhe devolveu a vida. Hoje, graças à #erva, Gilberto voltou a andar e sua #cognição voltou ao normal. Graças à um #habeas #corpus preventivo, Gilberto pode cultivar seu remédio em casa e usá-lo onde necessário. #cannabismedicinal #medicinal #mmj  — Support this podcast: https://anchor.fm/potcast-maconharia420/support
  1. #12 | Maconha medicinal com Gilberto Castro
  2. #11 | Aspectos legais da Maconha. História e legalização com Rômulo Alves (CBD Express)
  3. #10 | A Democracia Corinthiana

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